domingo, 13 de setembro de 2009

A ferrugem é o resultado da oxidação do ferro. Este metal em contato com o oxigênio presente na água e no ar se oxida e desta reação surge a ferrugem que deteriora pouco a pouco o material original. Para evitar que as máquinas, ferramentas e demais objetos feitos de ferro se decomponham por causa da oxidação é necessário evitar que o entrem em contato com o oxigênio, o que pode ser obtido através da pintura, ou cobertura da superfície de ferro com óleo ou outras substâncias lubrificantes, ou ainda através da mistura com metais de sacrifício.

[editar] Oxidação e redução

Na formação da ferrugem, ocorre a oxidação do ferro e redução do oxigênio. A soma das duas equações leva à equação geral da formação da ferrugem:

Fe(s) → Fe2+ + 2e- (oxidação do ferro)
O2 + 2H2O + 4e- → 4OH- (redução do oxigênio)
2Fe + O2 + 2H2O → 2Fe(OH)2 (equação geral da formação da ferrugem)

Geralmente o Fe(OH)2 (hidróxido de ferro II) é oxidado a Fe(OH)3 (hidróxido de ferro III), que é muitas vezes representado por Fe2O3 . 3H2O. A presença de ions em contato com o ferro facilita sua oxidação, por isso em regiões litorâneas (contêm maior concentração de sais) a ferrugem aparece com maior frequência.

[editar] Metal de sacrifício

É algum metal com menor potencial de redução que o ferro. Geralmente usa-se o zinco, que tem maior tendência a perder elétrons que o ferro (o zinco se oxida no lugar do ferro).

Plublicada por Leonardo

sábado, 5 de setembro de 2009

Reacão Quimica da Parafina

Numa vela queimando, ocorre uma reação quimica chamada combustão. Para que ela ocorra, é necessário três elementos, conhecidos como triângulo do fogo: Combustível, Comburente e Calor. No caso da vela, o combustível é a parafina, que vai se consumindo conforme a vela vai sendo queimada. O comburente (ou oxidante) é o próprio oxigenio, que está presente no ar atmosférico. E o calor necessário ao início e à manutenção da reação quimica, é inicialmente gerado por uma fonte de ignição (um fósforo por exemplo) e depois é mantido pelo própria energia (calor) liberado pela combustão, que é uma reação exotérmica.

Tipos de Combustão

• Lenta – quando se produz a uma temperatura suficientemente baixa, isto é, inferior a 500 °C, não havendo, regra geral, emissão de luz. A oxidação de um metal (ferro, cobre, zinco, etc.) em contacto com o ar húmido é um exemplo deste tipo de combustão. A combustão lenta é uma forma de queima que acontece a baixas temperaturas. A respiração celular e formação de ferrugem são exemplos de combustões lentas.

• Viva – é aquela em que se produz luz e, vulgarmente, designa-se por fogo. Neste caso, devido à mistura dos gases inflamados com o ar forma-se a chama. No caso dos sólidos, cuja combustão decorre à superfície, verifica-se a incandescência a partir da sua ignição e também através da formação de brasas. Estas surgem quando o combustível já não liberta gases suficientes para provocar chama. A combustão do carvão ilustra estes aspectos.

• Deflagração – combustão muito rápida cuja propagação se dá a uma velocidade inferior à do som no ar (340 m/s).

• Explosão – combustão resultado da mistura de gases ou partículas finamente divididas com o ar numa percentagem bem determinada – mistura explosiva ou detonante – propagando-se a uma velocidade superior a 340 m/s. Neste caso, a mistura tem de ocupar todo o espaço onde está contida e, no momento da explosão, provoca uma elevação de temperatura ou de pressão ou de ambas, simultaneamente, sobre todo o espaço confinante. Usamos como combustivel a gasolina,o álcool ou o diesel. Combustão é o processo de obtenção de energia.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

domingo, 26 de julho de 2009

Presão Atmosferica


Pressão atmosférica - é a pressão exercida pela atmosfera num determinado ponto. É a força por unidade de área, exercida pelo ar contra uma superfície. Se a força exercida pelo ar aumenta em um determinado ponto, conseqüentemente a pressão também aumentará. A pressão atmosférica é medida por meio de um equipamento conhecido como barômetro. Essas diferenças de pressão têm uma origem térmica estando diretamente relacionadas com a radiação solar e os processos de aquecimento das massas de ar. Formam-se a partir de influências naturais, como: continentalidade, maritimidade, latitude, altitude... As unidades utilizadas são: polegada ou milímetros de mercúrio (mmHg), quilopascal (kPa), atmosfera (atm), milibar (bar) e hectopascal (hPa), sendo as três últimas, as mais utilizadas no meio científico. Outra unidade utilizada para se medir a pressão é a PSI (pounds per square inch) que em Português vem a ser libra por polegada quadrada (lb/pol²). Embora comum para medir pressão de pneumáticos e de equipamentos industriais a lb/pol² é raramente usada para medir a pressão atmosférica. Embora o ar seja extremamente leve, não é desprovido de peso. Cada pessoa tem em média uma superfície do corpo aproximadamente igual a 1 metro quadrado, quando adulto. Sabendo que ao nível do mar a pressão atmosférica é da ordem de 1 atm (definida como 101 325 Pa, ou ainda 1013,25 hPa=mbar), isso significa dizer que, neste local, uma pessoa suportaria uma força de cerca de 100 000 N relativo à pressão atmosférica. Porém, não sente nada, nem é esmagada por esta força. Isto acontece devido à presença do ar que está contido no corpo e ao equilíbrio entre a pressão que atua de fora para dentro e de dentro para fora do corpo. Qualquer variação na pressão externa se transmite integralmente a todo o corpo, atuando de dentro para fora, de acordo com o Princípio de Pascal. O peso normal do ar ao nível do mar é de 1kg/cm². Porém, a pressão atmosférica diminui com o aumento da altitude. De forma simplificada poder-se-á considerar que a pressão diminui 1 hPa (ou 1 mbar) a cada 8 metros que se sobe. A 3000 metros, é cerca de 0,7kg/cm². A 8840 metros, a pressão é de apenas 0,3 kg/cm².

Postado por Leonardo, Cesar, Everton e Gabriel L

sábado, 25 de julho de 2009

Elementos Quimicos

Lavoisier e Dalton, dentre outros cientistas do século xviii, realizaram seus esperimentos trabalhando com substancias simples. Esses experimentos levaram a identificação de vários elementos químicos diferentes e demostram que alguns elementos possuem características semelhantes entre si.
A partir daí, foram feitas diversas tentativas no sentido de encontrar características que permitissem reunir os elementos químicos em grupos, de acordo com suas semelhanças. Surgiu, assim uma clasificaçao baseada na semelhaça de propriedades físicas. Os elementos conhecidos foram classificados inicialmente em apenas dois grupos metais e ametais.
Em seguida, foramidentificados alguns elementos que apresentam propriedades interemdiarias entre as dos metais e as dos ametais. Esses elementos foram chamados semimetais.
Depois dos semimetais, foram descobertos elementos com propriedades bem características, muito diferentes dos metais e dos ametais. Esses elementos formam o grupo de gases raros[ gases nobres].
Criou-se, dessa forma, uma distribuição dos elementos químicos por quatro grupos: metais, ametais, semimetais, e gases raros, classificação que é utilizada ate hoje, pois continua compatível com os conhecimentos atuais.

Fonte: Coleção Ciência 8º serie , Valle Cecília.
Postado por: Leonardo, Cesar, Everton e Gabriel Lourenço
Grupo46a@gmail.com[ciencias diversas]